Como o Vento soprava! Comos os Trovões ressoavam! Como os relâmpagos lampejavam! O Ursinho Bebé, o Pequeno Ursinho e o Ursinho Grandinho, estão assustados por causa da tempestade lá fora. Um a um, eles pedem ao pai para dormir na sua cama...
A Laura e o seu irmão Pedro vêem o Pai Natal da janela de sua casa. Saem a correr, atrás dele, mas acabam por ver não só um, como dois, três,... vários Pais Natais no centro comercial! (...)
Era noite e todos os coelhinhos dormiam aconchegados na toca. Menos o Mozi, que achava que não tinha espaço e que os manos dorminhocos o apertavam (...)
O pequeno urso e o seu papá fazem coisas maravilhosas. Vão passear pela montanha, nadam no rio à chuva, e contam histórias assim que as estrelas aparecem no céu. Fazem tudo juntos! (...)
É véspera de Natal e o Ratinho e o Ratão estão a fazer as decorações natalícias. Ao sair para apanhar azevinho, o Ratinho tem uma grande surpresa: grandes flocos brancos começam a cair do céu. ”Oh! O céu está a desfazer-se!” diz o Ratinho (...)
O telhado do castelo quase cai em cima da família Strega-Borgia, e têm de se mudar para um hotel, para que comecem as reparações. Levam, claro, os seus Monstros de estimação, Sab, Ffup e Knot. Só que, os homens das obras não são muito escrupulosos e querem ficar com o castelo (...)
O Pedro andava aborrecido. Na escola a professora mandava sempre fazer trabalhos para casa, os amigos às vezes troçavam dele, e até em casa tinha horas para tudo... Esperou que uma estrela cadente passasse e pediu um desejo: queria ir para onde pudesse fazer tudo e não o incomodassem (...)
Tudo corre mal: o Sr. Luciano Strega-Borgia foi raptado; a Sra Baci Strega-Borgia tenta aperfeiçoar os feitiços no Instituto Avançado de Feitiçaria; o Titus e a Pandora não gostam da ama; a bebé Damp encolheu, caíu no modem e foi enviada por e-mail, perdendo-se na net; os monstros de estimação estão esfomeados; e um gangster mascarado de coelho anda à solta (...)
O Milo é o mais novo de uma família de pinguíns carteiros. Mas não por muito tempo. A mãe está a chocar um ovo, prestes a estalar. Ela tem de sair em busca de comida e é dado a escolher ao pequeno Milo entre entregar o correio ou ficar a guardar o ovo (...)
Com a minha irmã farei uma cabana na Primavera! Um castelo de areia no Verão... Um bailado de folhas secas no Outono... Um boneco de neve no Inverno... Com a minha irmã... é tão pequenina que não será tão depressa...
A Maria soube que ela iria ter um irmãozinho e não ficou nada contente. Perante aquela estranha barriga, a Maria passa por tudo: cólera, ciúme, admiração... e felicidade (...)
Na casa do Filipe em cada divisão se passa alguma coisa diferente: o pai faz o almoço ao Filipe; a mãe dá-lhe banho e brinca com ele. A Zuka, a sua cadelinha, claro, está sempre presente e é muito, muito prestável (...)