Quando a Raposa diz à Gansa que ela perdeu as orelhas, ela fica muito preocupada. Onde poderão estar as suas orelhas? É então que ela conhece o Pavão, um pavão um pouco estranho, e que, por grande acaso, vende orelhas. Mas que sorte! A Gansa, ingénua, ficou tão excitada que nem reparou no focinho pontiagudo do Pavão, na sua cauda farfalhuda e nem sequer nos seus dentes afiados . . .
Quem nunca sonhou ser completamente diferente, para variar? Malandro em vez de bonzinho, rápido em vez de lento, corajoso em vez de assustado. O normal torna-se extraordinário neste livro colorido e interactivo (...)
O Pequeno Corvo até não é mau rapaz, mas há algo que ele parece que não consegue evitar: ele tem de ter tudo! Ele é muito esperto e imagina sempre novos truques que lhe permitirão ficar com todos os brinquedos dos amigos. Mas (...)
O Polvo Coceguinhas tem oito longos e ondulantes tentáculos, e adora usá-los para fazer cócegas. Um dia, ao acordar a Ostra com umas pequenas coceguinhas, esta assusta-se e deixa cair a sua preciosa pérola, que se perde no fundo do oceano (...)
Havia um brinquedo novo no quarto. Era pequenino, macio e tinha a barriga às riscas. O seu nome era Barriguinha. Ninguém sabia que tipo de brinquedo era, ou mesmo o que sabia fazer. Os amigos brinquedos decidem ajudá-lo a descobrir (...)
A Lagarta adorava poder voar. Ela inveja as asas do Zangão e desejava poder planar alto no céu como o Pardal. Mas a única coisa que ela sabe fazer é mastigar as folhas da amoreira... e que fome ela tem! (...)
Hoje é um grande dia para o patinho Baltazar. Vai aprender a nadar e está muito entusiasmado. Mas quando chega ao lago, o Baltazar muda de ideias... A água parece muito funda, escura e assustadora! (...)
Meghan, a feiticeira mais querida de todas, bate à porta da casa de Capuccina e pede abrigo, para fugir à tempestade. O Pai de Capuccina, reparando no belo colar de pérolas de Meghan, decide tirar sorrateiramente uma das pérolas e esconde-a dentro de uma fatia de pão. Só que Capuccina come-a ao pequeno-almoço e começa a encolher a cada dia (...)
É Outono e o Horácio pratica o seu voo. "Vruum! Vejam como eu voo!"... Mas os amigos estavam ocupados: guardavam comida ou faziam ninhos confortáveis, preparando-se para o Inverno. Não deveria o Horácio fazer o mesmo? (...)
O Bolinha era uma gato que vivia numa família de ratos. Ele achava-se muito estranho porque não era nada parecido com os seus irmãos... Decide então ir pela quinta fora para ver se os outros animais a poderiam ajudar (...)