Klaus Baumgart
Sempre quis ser ilustrador?
Sim, sempre adorei desenhar e pintar. Na escola, eu costumava fazer pequenos desenhos para divertir os meus colegas.
Prefere escrever ou ilustrar?
Eu gosto de ambas as coisas. Quando escrevo, aparecem imagens na minha cabeça, as quais depois desenho, mas o processo funciona ao contrário também.
Qual era o seu livro favorito em criança?
Eu adorava os livros do Petzi, de Carla e Wilhelm Hansen. Também gostava de alguns contos de fadas.
Quem é o seu autor favorito?
Admiro muitos autores infantis, mas penso que Tony Ross é o primeiro a vir-me à cabeça. Admiro o seu humor e as mensagens que transmite, a leveza e vitalidade das suas ilustrações.
Como surgiu "A Estrela de Laura"?
Como é
o seu processo de trabalho?
Normalmente as minhas histórias
começam com um pequeno rabisco, uma
ideia. Algumas desenvolvem-se
depressa, como no caso de A
Estrela de Laura. Outras ainda
as tenho sentadas na minha cabeça ou
no meu caderno de rascunhos - estão
lá ideias, à espera que as histórias
cheguem. O abrir mundos de fantasia
não é um processo mecânico. A
criatividade é como o oceano, vaza e
enche, por isso tento apenas fluir
com ele, usando as técnicas ou
talentos que possa ter.
O que gosta mais na escrita e na
ilustração?
Antes de mais, sou ilustrador; os
meus primeiros livros eram mais
visuais e tinham muito pouco texto.
Com o tempo, acabei também por
desenvolver a escrita e, com a
prática, cada vez gosto mais de o
fazer. Ilustrar é a minha segunda
natureza, não é uma escolha, faz
parte de mim.











